Jogando do lado CT de seu pick, Inferno, a Evil Geniuses começou bem, levando o pistol e os anti-ecos para abrir 3 a 0 no placar. O primeiro armado até ficou com os brasileiros, mas se não fossem por outras duas ocasiões onde a individualidade resolveu, o prejuízo para a MIBR teria sido ainda pior, visto que ao final da metade, a equipe ficou atrás no placar por um sonoro 12 a 3.
Na virada de lados, os norte-americanos levaram o pistol, o que parecia praticamente resolver seu mapa de escolha. No entanto, os brasileiros garantiram uma sólida defesa pela A para, mesmo forçados, seguirem vivos na partida. Apesar disso, a EG logo alcançou o map point em 15 a 6. A MIBR lutou, postando bem sua defesa em diversas ocasiões para manter-se na luta. No entanto, foi fogo de palha. Sem margem para erros, os brasileiros logo veriam seus adversários fechando o primeiro mapa da série em 16 a 12.
Mesmo jogando do lado TR de seu pick, Train, a MIBR foi implacável. Se não fosse por dois vacilos em anti-ecos, os brasileiros teriam sido ainda mais dominantes. Uma metade avassaladora que foi finalizada com clutch 1v2 de TACO.
Após levar o pistol e o anti-eco, a MIBR garantiu o armado para ficar em situação muito confortável em sua defesa. A Evil Geniuses até tentou, forçando por duas vezes consecutivas, mas falhando miseravelmente em impedir o triunfo brasileiro por 16 a 4.
Fulminante, a Evil Geniuses começou muito bem do lado ofensivo do terceiro e decisivo mapa, Dust2. Sem dar chances aos brasileiros, a equipe abriu logo de cara um sonoro 6 a 0 no placar. Mas o que era um bom half para os norte-americanos terminou melhor para a MIBR, que correu atrás do prejuízo, pontuando por sete rounds sequenciais e logo fechando a metade na frente pela vantagem mínima do 8 a 7 no marcador.
Apesar de um começo fulminante por parte dos brasileiros em seu half TR, o universo reservava rumos dramáticos para a partida. A MIBR chegou primeiro ao 14 a 11 com clutch 1v1 de TACO, mas a Evil Geniuses conseguiu a virada, com os brasileiros precisando de fer para frustrar clutch 1v2 de Brehze, levando a partida para a prorrogação.
Com um setup de duas AWPs cirúrgicas, a MIBR fechou seu half ofensivo do OT na vantagem do 17 a 16. Apesar das dificuldades, dois pontos de CT garantiram a vitória brasileira na série por 19 a 16.
Com a vitória, a MIBR está na grande final da divisão norte-americana da BLAST Premier: Spring 2020. Os brasileiros agora aguardam a definição de seu adversário para a decisão, marcada para às 19h30 do próximo domingo (21).
A outra finalista virá do embate entre FURIA e Evil Geniuses, que acontece a partir das 18h30 deste sábado (20).
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