SEM DIFICULDADES NA INFERNO
Assim como tem sido costume da FURIA, os brasileiros escolheram a Inferno para iniciar a série no duelo de estreia contra a G2 Esports na BLAST Premier Fall Finals. O placar, entretanto, foi elástico e deu força para o Brasil começar a partida com moral em um dos principais torneios do ano.
Apesar do aparente começo equilibrado, com a FURIA fazendo três pontos e a G2 Esports diminuindo para 3 a 1, o que se viu na sequência foi uma aula de como jogar de Terrorista na Inferno. Isso porque o time brasileiro fez seis pontos em sequência para sofrer apenas um, deixando o duelo 9 a 2.
Em seguida, o time brasileiro até teve a chance de deixar a vantagem ainda mais elástica, principalmente pelo estilo de jogo predominante que fez na Inferno. Contudo, viu a G2 não se entregar e conseguir marcar os dois últimos pontos do half, fazendo a primeira metade se encerrar 11 a 4.
Apesar de não ser conhecida pelo bom lado Contra-Terrorista na Inferno, a FURIA conseguiu pontuar no round de pistolas e deu tranquilidade para trabalhar os seguintes.
Com isso, fez os outros três pontos da sequência para deixar o jogo 15 a 4 e a G2 com a chance de conseguir uma recuperação apenas por meio de um milagre. Entretanto, os brasileiros sequer deram a chance e fecharam a partida sem sufoco, garantindo uma vitória por 16 a 5 e iniciando a série com o pé direito.
MUITOS ERROS NA MIRAGE
A G2 Esports escolheu a Mirage para ser o mapa em que eles poderiam ter a chance de se recuperar contra a FURIA e igualar o placar para levar para o último mapa do confronto na estreia de mabos os times na BLAST Premier Fall Finals.
Com ímpeto, a G2 conseguia mostrar um excelente início de Terrorista, deixando a FURIA confusa na marcação dos bombsites. Abrindo 6 a 2 no placar na primeira metade, a equipe parecia conseguir ter o controle da partida, mas viu uma reação espetacular do time brasileiro.
Ponto atrás de ponto, a FURIA conseguiu encostar no placar e, em seguida, empatar a partida. Garantindo os rounds sem sequer deixar a G2 plantar a C4, o time do Brasil complicava a vida financeira dos adversários, vendo um ímpeto incontrolável e fechando a primeira metade por 9 a 6.
A segunda metade foi desastrosa para FURIA, com o time fazendo apenas um ponto em nove disputados. Por isso, o time brasileiros precisou fazer uma recuperação brilhante enquanto estava com a corda no pescoço. Isso porque a G2 Esports chegou a deixar o placar 15 a 11, mas viu uma reação que levou o jogo para a prorrogação.
Apesar de começar pontuando na prorrogação, a FURIA não fez muita coisa para conseguir fechar a série e garantir o ponto. Jogando melhor, a G2 conseguiu levar rounds providenciais, como 1v2 do NiKo e 1v2 do huNter. Assim, o time gringo levou a melhor por 19 a 17 e levou o jogo para a Nuke.
G2 FORTE
A Nuke era o mapa decisivo para FURIA e G2 Esports na estreia da BLAST Premier Fall Finals. Começando de Terrorista, o time brasileiro conseguiu mostrar um lado forte nas ofensivas aos bombsites, abrindo uma boa vantagem no placar e deixando 4 a 0 no lado mais fraco do mapa.
Entretanto, após perder um round só de pistolas para a G2 Esports e perdendo a chance de abrir cinco pontos de vantagem, a FURIA viu um adversário totalmente dominante para conseguir se recuperar como Contra-Terrorista e virar a partida com folga.
Em um duelo extremamente equilibrado, a FURIA deu um jeito de voltar para o jogo aos poucos, mas sempre atrás do placar. Ainda assim, pontuou bem para quem jogava como Terrorista e encerrou a primeira metade da partida perdendo por apenas um ponto de diferença, com a G2 na vantagem por 8 a 7.
Apesar de dar indícios de que conseguiria fazer um bom lado Contra-Terrorista, a FURIA se perdeu nos próprios erros e entregou um round de pistolas providencial que deu início à reação da G2 Esports, que fechou a partida e enviou os brasileiros para a lower.








