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VINI sobre futuro da Imperial: "conversar e decidir o que vamos fazer no futuro"

Jogadores ainda não sabem o futuro do quinteto

por Ariela Vasquez / 03 de nov de 2022 - 18:30 / Capa: Stephanie Lindgren/ESL

A campanha da Imperial foi curta no IEM Rio Major 2022, já que a equipe disputou três jogos e perdeu todos, o que culminou na eliminação precoce dos brasileiros. Em entrevista a Dust2.us, Vinicius "VINI" Figueiredo falou sobre o início lento da equipe na competição, a controvérsia do raio-x e o futuro da Imperial.

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Ao que tudo indica, o ano de 2022 acabou para a Imperial nesta terça-feira (01). Questionado sobre qual será o futuro do quinteto, VINI foi sincero ao revelar que não sabe, que será necessário uma conversa para discutir os próximos passos.

"Vou ser honesto, não temos ideia. Só precisamos nos encontrar em algumas semanas, conversar e decidir o que vamos fazer no futuro. Acho que não vamos jogar nenhum torneio até dezembro, então vamos focar no ano que vem e no que queremos fazer."

Nos dois mapas contra a C9, a Imperial esteve a um round de fechar os dois jogos para continuar viva na competição. Porém, os brasileiros levaram a virada e perderam os mapas. O atleta ressaltou o desempenho de Dmitriy "sh1ro" Sokolov.

"Acho que estávamos tendo as rodadas (nas mãos), estávamos apenas perdendo as situações vantajosas. Tivemos uma divisão A na Vertigo, onde sh1ro conseguiu três eliminações. Acho que estávamos fazendo as coisas certas, mas sh1ro estava apenas nos impedindo. Acho que não conseguimos fechar o jogo por causa disso."

Stephanie Lindgren/ESL

O atleta ainda mencionou que o time acreditou que poderia vencer a Cloud9, isso porque eles também tiveram um início ruim com duas derrotas e nenhuma vitória.

"Se eles estavam no 0-2, eles estavam fazendo algo errado também. Depois de perder a Overpass quando estava muito perto, perdemos alguns clutches, sabíamos que nossa Vertigo não era tão forte, mas consertamos muitas coisas, então acho que mostramos isso na partida, mas não foi o suficiente."

No fim da Overpass e início da Vertigo, a ESL retirou o mini mapa e o raio-x do jogo, o que causou uma revolta no público e em Alexandre "Gaules" Borba, streamer que está presente e transmitindo os jogos do Major. VINI comentou se sentiu que a Imperial estava recebendo sinais do público.

"Na verdade não, o que sabemos que podemos fazer é que às vezes você apenas mantém um ângulo e as pessoas começam a gritar, ou quando você recebe um lurker (inimigo) e o cara vai estar no seu (bomb) site. Acho que a única coisa que conseguimos nessas lutas, na Inferno, todo mundo começou a gritar durante a retomada do B e nós apenas dissemos ao FalleN, 'nos dá um cover por uns cinco segundos' e valeu a pena. Acho que a única coisa que conseguimos fazer com a torcida foi assim."

Apesar do barulho e dos gestos, VINI pontuou que essas coisas sempre acontecem em eventos grandes como IEM Cologne e Katowice, locais que recebem os campeonatos tradicionais.

"Acho que não devemos parar com isso. Quer dizer, isso só acontece no palco principal e todo mundo diz, é uma experiência que os caras conhecem, há muitos truques que você pode fazer com a multidão. O Brasil é muito barulhento, mas isso acontece em todo lugar, Colônia, Katowice, então acho que não importa, faz parte do jogo."

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