A Valve venceu recentemente mais um caso relacionado às populares skins do Counter-Strike: Global Offensive. Os itens cosméticos, aliás, foram introduzidos ao jogo no longínquo ano de 2013, chegando como parte do The Arms Deal Update.
Desde então, tais itens tornaram-se verdadeiros fenômenos do FPS, com muitas dessas skins acumulando um valor superior aos sete dígitos. O mercado do jogo, por sinal, é livre, o que permite aos usuários fazerem seu próprio preço de acordo com a oferta e a demanda.
Muitos sites, todavia, passaram a utilizar estes itens cosméticos como moeda de troca, formando verdadeiros cassinos virtuais ou promovendo apostas em jogos utilizando tais itens. O problema é que uma grande parte destes sites tornou-se uma terra sem lei.

Um grupo de pais de alguns usuários, todos estes menores de idade, resolveu processar a Valve devido ao fato dos sites de apostas utilizarem a API chancelada pela empresa para suas operações.
Inicialmente, a Valve levou a melhor ao afirmar que todos os usuários da Steam aceitam o Steam Subscriber Agreement quando utilizam de seus serviços, abdicando assim do direito de processar a empresa.
O juiz do caso, aliás, ainda destacou que não existiam provas de que a empresa tinha qualquer participação nesses sites de apostas. Os pais, entretanto, não se contentaram com o primeiro não, partindo para os tribunais. Mas o juiz James Robart, de Washington, deu razão à Valve outra vez. A justificativa, dessa vez, foi de que os pais desses menores jamais utilizaram a Steam ou jogaram CS:GO.
