Valve responde Procuradoria-Geral de Nova Iorque e compara caixas com pacote de figurinhas

A desenvolvedora do CS foi acusada de promover jogos de azar entre crianças e adolescentes

Foto: Igor Bezborodov/ESL

A Valve respondeu a Procuradora-Geral de Nova Iorque, Letitia James, que moveu uma ação contra a empresa por promover jogos loot boxes entre crianças e adolescentes. A desenvolvedora do Counter-Strike emitiu um longo comunicado se defendendo da acusação e comparou a abertura de caixas com pacotes de figurinhas.

"Não acreditamos que violem as leis e ficamos desapontados ao ver a Procuradoria-Geral de Nova York fazer essa alegação depois de termos trabalhado para educá-la sobre nossos itens virtuais e caixas misteriosas desde que ela nos contatou pela primeira vez no início de 2023."

"Compartilhamos com a Procuradoria-Geral de Nova York que esses tipos de caixas em nossos jogos são amplamente utilizados, não apenas em videogames, mas também no mundo físico, onde gerações cresceram abrindo pacotes de figurinhas de beisebol e, em seguida, trocando e vendendo os itens que recebem."

"Os jogadores não precisam abrir caixas para jogar os jogos da Valve. Na verdade, a maioria de vocês nem abre nenhuma caixa e apenas joga, porque os itens nas caixas são puramente cosméticos, não há desvantagem para um jogador em não gastar dinheiro."

Foto: Igor Bezborodov/ESL

Vale destacar que a Valve promoveu mudanças para os jogadores residentes na Alemanha. A partir do dia 16 de março, os alemães só poderão abrir caixas no jogo por meio do Scanner de Raio-X devido às leis do país que regem jogos de azar e apostas.