A Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), abriu um processo contra a Valve, nesta quarta-feira (24), pela vende de "loot boxes" no Brasil. Além da desenvolvedora de Counter-Strike: Global Offensive, outras empresas como a Riot Games, Blizzard e Electronic Arts também estão no processo.
No Counter-Strike, elas são representadas pelas caixas de cosméticos que contém um prêmio aleatório onde, muitas vezes, a recompensa não paga o investimento feito para abri-la. Na Bélgica e na Holanda, por exemplo, a prática de loot box é ilegal e são classificadas como "jogo de azar".
