"Tivemos o jogo contra a Cloud9 na mão, mas entregamos", lamenta acoR
Dinamarquês falou acerca da eliminação da GamerLegion e projetou futuro próspero para a equipe europeia
por Lucas Benvegnú/6 de novembro de 2022 - 15:00/Capa: Helena Kristiansson/ESL
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Pouco após a GamerLegion despedir-se do IEM Rio Major 2022 com uma derrota para a Cloud9, Frederik "acoR" Gyldstrand falou à DRAFT5 sobre a campanha de sua equipe em solo brasileiro e as metas para o futuro da formação europeia:

"Foi muito legal jogar esse campeonato aqui. Nunca havia vindo ao Brasil antes. O torneio foi muito bom de jogar. Nunca havia visto uma torcida como esta. No geral, foi uma experiência muito positiva", contou o dinamarquês.

Ele, que foi peça-chave para que sua equipe fechasse o primeiro dia de Etapa das Desafiantes com duas vitórias, no entanto, reconhece que sua equipe não teve grandes chances de carimbar o passaporte à próxima fase, sofrendo mais em dois jogos específicos:

"Creio que jogando contra a Bad News Eagles, fomos destruídos naquele jogo. Não creio que estávamos prontos para eles jogarem tão agressivamente. Individualmente, eles têm uma mira muito boa. Nós simplesmente fomos destruídos."

"Definitivamente estavámos em um dia desligado, em comparação com hoje, que todos estavam ligados e foi legal de jogar. Hoje tivemos o jogo contra a Cloud9 na mão, mas acabamos entregando", lamentou.

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acoR foi o grande vilão da eliminação da G2 na busca por vaga no Major do Rio | Foto: Helena Kristiansson/ESL

acoR, apesar dos pesares, projeta um futuro próspero para a GamerLegion, que formou seu elenco ainda no fim de agosto e, desde então, vem derrubando gigantes como a G2 no caminho até o Major do Rio:

"Temos mais um torneio pela frente, em Espoo, na Finlândia, na próxima semana ou algo do tipo. Queremos continuar subindo, mostrando serviço, chegar aos playoffs do torneio, destruir alguns bons times e se divertir."

"Eu sinto que o entrosamento em times internacionais pode ser meio estranho às vezes, porque você tem diferentes culturas tentando se encaixar e por vezes não funciona. No nosso time, funcionou muito bem. Todos são muito legais e a química do time está perfeitamente no ponto", analisou.

Por fim, acoR foi mais um a se render à genialidade da torcida brasileira: "Foi uma experiência insana. Até mesmo no jogo você podia ouvir a torcida gritando, vibrando. Foi incrível, espero poder voltar aqui um dia", pontuou.

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