Em publicação feita no Twitter ainda na manhã da última segunda-feira (26), o renomado analista britânico Duncan "Thorin" Shields sugeriu alterações no formato do Major:
"Imagine um Major com um bom seeding, todas as partidas da fase de grupo sendo MD3, playoffs de dupla eliminação e final MD5", escreveu o britânico.
O posicionamento de Thorin aborda duas das principais críticas da comunidade acerca dos Majors nos últimos anos: o seeding adotado pela Valve, que utiliza o Bucholz Score para medir a dificuldade dos oponentes enfrentados pelas equipes, e as MD1s.
Embora tenha evoluído gradativamente, com cada vez menos MD1s sendo disputadas, o Major tem utilizado o formato suíço desde o ELEAGUE Major Atlanta 2017.
O Major de Copenhagen, não por acaso, será o décimo primeiro Major consecutivo a adotar tal formato. Já os playoffs do Major sempre contaram com oito equipes jogando um chaveamento de eliminação simples inteiramente em MD3. Nunca houve uma final MD5.

A MD5, por óbvio, vai contra o que a própria Valve tem buscado ao reduzir o número de rodadas no Counter-Strike 2. Ao mesmo tempo, a ESL, uma das maiores organizadoras de torneios da modalidade, também tem reduzido a frequência das MD5s em seus campeonatos.
A nível de curiosidade, o formato proposto por Thorin é bastante semelhante ao que tem sido utilizado pelas grandes competições de Rainbow Six: Siege, por exemplo.
No FPS da Ubisoft, o Six Invitational 2024 - mais recente campeonato mundial - teve grupos com partidas MD3, playoffs de dupla eliminação e final MD5.
