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"Tem possibilidade da gente ficar", revela Ono sobre permanência da paiN no Brasil

Treinador falou sobre possibilidade do time ficar no Brasil e que futuro será selado nas próximas semanas

por Filipe Carbone / 03 de Ago de 2020 - 20:06 / Capa: Lucas Spricigo/DRAFT5
Quase oito meses depois de anunciar a saída do cenário brasileiro para partir rumo à América do Norte, a paiN Gaming possui, agora, um futuro incerto no Counter-Strike. Após ter a ida adiada em função da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), Bruno Ono, treinador da equipe, revelou em entrevista após a final da Gamers Club Masters V que "tem a possibilidade" do time permanecer no Brasil. "Está tudo incerto ainda e estamos vendo em relação à pandemia de tentar ir para fora, mas está 50/50. Tem a possibilidade da gente ir e tem a possibilidade da gente ficar. Então não tem nada certo", disse o coach da paiN. De acordo com ele, o futuro do time será selado em uma reunião que deve acontecer nesta ou na próxima semana. A possibilidade de ir para o Canadá fez com que o time que se destacou como o maior do Brasil na temporada passada abrisse mão de participar da segunda temporada do CLUTCH. Parados desde então, a paiN Gaming disputou poucos torneios, sendo três classificatória e a Redragon Challenge, além da própria Gamers Club Masters V.
Treinador faz excelente campanha desde quando chegou à paiN | Foto: Lucas Spricigo/DRAFT5
No entanto, Ono declarou que está confiante em relação ao segundo semestre do time, independente onde eles estarão. "Estávamos há muito tempo parados, mas estamos confiantes. Ainda não sabemos se vamos ficar no Brasil ou se vamos lá pra fora, então fica essa indefinição do que vamos fazer". Acostumada a vencer torneios presencialmente, a paiN Gaming está vivendo uma realidade diferente do que presenciou no ano passado. Desde que retornou depois da indefinição de mudança participou apenas de torneios online, mas Ono não enxerga isso como um problema. "Todo mundo está entrando mais focado nos torneios online e isso é importante pra gente. Caso a gente vá para o NA, nesta primeira etapa de times lá fora é muito torneio online. Estamos confiantes de fazer um bom trabalho daqui pra frente, melhor do que esse primeiro semestre". Pergunto se é um retrocesso a permanência da paiN Gaming no Brasil após anunciar a ida para o NA, Ono diz que não tem o que fazer e reconhece o crescimento do cenário brasileiro. "Em época de pandemia não temos o que fazer. Não é um retrocesso porque o cenário está crescendo cada vez mais. Sempre jogos difíceis com Isurus, RED e W7M. É mais aceitar... A empolgação era grande, mas não tem o que fazer".
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