Um dos principais jogadores da história do Counter-Strike brasileiro, Epitácio "TACO" de Melo também está se tornando um dos principais criadores de conteúdo sobre o FPS da Valve. Fora do cenário competitivo há um ano, o bicampeão de Major agora aproveita as lives para se manter em forma à medida que busca novas oportunidade, bem como fornece dicas de como jogar o CS2.
Na tarde da última terça-feira (21), TACO lançou um vídeo no seu canal do YouTube em que ele inicia sua jornada dos zero pontos até os 30 mil no modo Premier do Counter-Strike 2 — uma espécie de "do Prata ao Global" dos tempos de CS:GO. O jogador, inclusive, revelou que já fez essa série em sua conta principal; agora, ele criou uma conta totalmente nova e tentará não ser identificado enquanto joga.
Já no primeiro capítulo da série, a decepção tomou conta do atleta. Na primeira partida que TACO entrou para jogar, havia cheaters tanto em seu time, quanto no adversário. Assim que identificou a irregularidade na sua equipe, o Lampião chamou a atenção do "companheiro" de time e pediu para que ele não utilizasse.
"Não precisamos disso. Desliga. Somos bons e vamos jogar para nos divertirmos", alertou TACO, que logo em seguida já denunciou o jogador no jogo.
Além disso, durante a partida, TACO conseguiu falar com o cheater, que revelou que ele faz parte de um grupo de amigos que programa o cheat e utiliza para vender contas 30K no Counter-Strike. Isso significa que o anti-trapaça do CS está tão ruim que os jogadores estão conseguindo cheatar e ainda ganhar R$ 100 por cada conta vendida.
No fim do primeiro episódio da série, foram quatro jogos disputados, sendo que em três o bicampeão mundial encontrou trapaceiros. Ao analisar os resultados e a experiência, TACO se mostrou decepcionado e cobrou uma atitude da Valve, desenvolvedora do game.
"Aconteceu o que eu esperava. A galera tem reclamado muito dos cheaters no Premier e eu espero que a Valve consiga trazer uma anti-cheat mais invasivo. Eu tento opinar sobre isso em outros lugares, mas eu acho que se a Valve quiser eles têm como e têm recursos para melhorar o VAC e deixar o anti-cheat mais invasivo, por mais que seja polêmico. Mas acho que é única alternativa para deixar o jogo mais legal e divertido para todo mundo", finalizou.