O funcionamento do mercado de transferências no Counter-Strike, mais precisamente como as organizações agem nas negociações, foi assunto do OVERTIME com o diretor executivo da Team oNe Alexandre "Kakavel" Peres, que deu mais detalhes sobre como os Golden Boys trabalham nesses casos.
Na 14ª edição do programa, o mandatário disse que "tenta ser o mais transparente possível com os jogadores e ter uma aproximidade com todos eles". Kakavel admitiu que o mercado de transferências no Counter-Strike "é muito mais difícil" em relação a outras modalidades.
"Ainda é uma modalidade que traz essa questão dos jogadores serem maiores que os times porque, realmente, quando ela surgiu não tinham organizações e os jogadores eram os times. Eram eles que tomavam as decisões, que faziam acontecer", lembrou.
Kakavel garantiu que nas negociações envolvendo Alencar "trk" Rossato e Bruno "b4rtiN" Câmara, os últimos jogadores a deixarem a equipe, a Team oNe foi procurada pelos times os quais os jogadores foram atuar.
Nesse momento Kakavel lembrou das primeiras investidas que recebeu por trk: "Primeira vez que houve sondagem, era SK ainda, surgiu boato que eu não liberei, que pedi $ 1 milhão de ólares pelo jogador. Várias informações cruzadas, quando, na verdade, o dead me procurou e eu falei que tinha um contrato com uma multa, mas que se o trk fosse o nome que eles realmente querial para ele me avisar que iria falar com o jogador. Aí ele respondeu que o trk era a terceira opção".
O líder dos Golden Boys voltou a opinar dizendo que, "para termos boas negociações com as grandes equipes, temos que ter proximidade com os atletas e transparência total porque, caso venha acontecer, eles simplesmente passem as informações e deixem a gente tocar as negociações".