A Dust 2 foi escolha da Renegades e o primeiro mapa da partida entre as equipes. Começando no lado contra-terrorista a Sharks não demorou para mostrar uma grande superioridade no jogo, chegando a abrir 10 a 1 no placar e deixando os australianos em situação complicada.
A segunda metade começou complicada para a Sharks, que chegou a se perder em um momento da partida, permitindo a Renegades fazer três defuses praticamente em sequência e mostrando que precisava se concentrar para fazer um bom lado terrorista.
Mas não demorou muito tempo para a equipe sul-americana se achar no half e começar a fazer pontos seguros para conseguir fechar o placar por 16 a 7 e começando a série MD3 com o pé direito.
PASSEIO AUSTRALIANO NA MIRAGE
Pick da Sharks, a Mirage foi o mapa de uma equipe só. Equipe sul-americana simplesmente não conseguiu entrar para o jogo e desde o início da partida dava indícios de que não iria repetir a atuação que teve no mapa anterior. Perdendo rounds importantes e muitos forçados, a Sharks viu a Renegades abrir cada vez mais vantagem no placar.
Terminando a primeira metade por 9 a 4, a equipe brasileira até conseguiu vencer o pistol para tentar dar início a uma reação, mas parou por aí. A Sharks não conseguiu pontuar mais nenhuma vez como contra-terrorista e viu a Renegades fazer ponto atrás do ponto até fechar a partida e levar a MD3 para a Nuke.
ELIMINAÇÃO NA NUKE
A Nuke começou da pior forma possível para a Sharks. A equipe era engolida em todos os rounds pela Renegades e, como terrorista, só conseguiu plantar a bomba três vezes em 15 rounds. Perdendo a primeira metade por 11 a 4, os brasileiros e argentinos precisavam de uma reação urgente na segunda metade do mapa se quisesse seguir viva na ESL Pro League.
Vencendo o pistol, a Sharks conseguiu reagir bem como contra-terrorista e diminuiu a vantagem consideravelmente fazendo boas defesas de bombsites. Apesar de fazer um lado CT razoável, o péssimo lado terrorista fez diferença na derrota da Sharks, que está eliminada da EPL.