Samuelsson vê fnatic treinando "até melhor" do que quando era "a melhor equipe do mundo"
Equipe vive momento de instabilidade, mantendo-se longe dos bons resultados
por Lucas Benvegnú/4 de junho de 2021 - 16:20/Capa: Igor Bezborodov/StarLadder
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A fnatic vive longe deus tempos altaneiros. Já tem um bom tempo que as atuações da outrora gigante sueca não encantam mais. Os resultados, por sua vez, não possuem o mesmo brilho das gloriosas conquistas exibidas na galeria de troféu daquela que ficará marcada como uma das mais vitoriosas organizações da história do Counter-Strike.

Apesar de todos os pesares, Andreas "Samuelsson" Samuelsson continua firme no comando técnico da formação, carregando consigo a esperança de que o trabalho duro recoloque a equipe no lugar do qual nunca deveria ter saído, conforme o profissional contou em entrevista ao portal fragbite.se.

"Temos treinado uma infinidade de horas nas últimas semanas", garantiu. "Muitos jogadores nunca haviam passado tanto tempo treinando", revelou. No entanto, fatores externos parecem estar pesando dentro do sexteto: "Entretanto, as coisas simplesmente não funcionam quando temos essa pressão sobre nós mesmos", afirmou o comandante.

O sueco de 29 anos, ainda assim, mostra-se bastante confiante em relação aos treinos da equipe, que recentemente foi acrescida pela chegada do jovem Peppe "Peppzor" Borak, apontado como sexto elemento da line-up.

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Mesmo longe dos grandes resultados, Samuelsson acredita que fnatic pode voltar à boa forma | Foto: fragbite.se

"Temos um bom nível nos treinos, creio eu. Eu diria que nos treinos estamos tão bem ou até melhores do que éramos no começo do ano passado, quando talvez fossemos a melhor equipe do mundo", relembrou Samuelsson.

"A diferença é que, no ano passado, crescíamos muito quando jogávamos partidas oficiais. Agora, vamos descer de nível. Quando ninguém acreditava em nós, não sentíamos pressão e ousamos jogar o nosso jogo", apontou.

Mesmo com a eliminação na IEM Summer 2021 perante uma forte Virtus.pro, o treinador acredita que a chave para os eventuais êxitos que sua equipe é capaz de alcançar sejam a ênfase em seu próprio estilo de jogo e a criação de uma identidade para o elenco:

"O foco desde antes do torneio sempre foi em nós mesmos. Almejamos fazer o que desejamos ao mesmo tempo em que ficamos confortáveis com isso", diz. "Com nossa identidade e a forma com que jogamos, temos de ter confiança. Na Flashpoint, não corremos os riscos que normalmente deveríamos. É isso que precisamos fazer agora", finalizou.

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