RCF: "Você tem que saber conciliar a pressão dos dois lados"
Conversamos com RCF logo após a estreia da equipe na competição
por Lucas Benvegnú/20 de abril de 2019 - 11:35/Capa: Alex Maxwell/DreamHack
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Conversamos com o Rodrigo "RCF" Figueiredo logo após a vitória da Sharks sobre a Redemption POA, na estreia da DreamHack Open Rio 2019. O jogador falou sobre o favoritismo da equipe, a preparação para o campeonato e a atuação no mapa da Train.

Tendo em vista as última atuações da Sharks na Train, a primeira metade foi um pouco abaixo do esperado. A que isso se deve?

Começamos o jogo tranquilos, esperávamos terminar a primeira metade com o placar em 11 a 4 ou 12 a 3. Eles venceram um round que nos quebrou economicamente e fizeram boas execuções no bombsite B, acho que demoramos para reagir contra isso, por isso o resultado não foi tão elástico.

Você acredita que o pouco material de estudo que a Redemption oferece tenha influenciado no resultado da partida?

Quando conseguimos analisar a equipe adversária, nós já temos um plano de jogo pronto e um mapa definido para a partida. Como a Redemption é um time muito novo, não temos tanto material sobre eles, não fizemos nenhum trabalho tático e optamos por tentar garantir a vitória no nosso melhor mapa.

A Sharks é uma equipe que cresce muito em campeonatos em LAN. A pressão de entrar como favorita no confronto é um fator positivo ou negativo?

Você tem que saber conciliar a pressão dos dois lados, viemos de um bootcamp na Europa, estávamos treinados. Sabíamos que éramos favoritos e contamos com a nossa preparação como uma vantagem sobre eles. Confiamos no nosso trabalho, executamos o que fizemos nos treinos e deu tudo certo.

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