Ranking mundial passa a ter 7 times internacionais no top 20 pela primeira vez na história
Tendência vai pouco a pouco tomando conta do cenário
por Lucas Benvegnú/6 de setembro de 2022 - 19:00/Capa: Divulgação/ESL
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Justamente no ano em que um time internacional venceu o campeonato de maior prestígio do cenário mundial de Counter-Strike pela primeira vez na história da modalidade, as mesclas de nacionalidades parecem estar mais em alta do que nunca.

A tendência, que surgiu ainda no longínquo ano de 2015 com a Team Kinguin de Håvard "rain" Nygaard, que viria a fazer parte do time internacional de maior sucesso na história do Counter-Strike, vem tomando conta da modalidade nos últimos anos.

Desde 2019, diversos clubes famosos por carregarem o estandarte de um único país resolveram apostar na internacionalização de seus respectivos plantéis. G2 e Vitality, outrora grandes forças da França, já deixaram tais raízes para trás.

Os samurais, aliás, não tem mais um único atleta francês no elenco desde a saída de Audric "JACKZ" Jug, em agosto. Já a Vitality abandonou o núcleo francês que vinha representando-a desde 2018 para recepcionar Lotan "Spinx" Giladi.

A ENCE, por sua vez, tem sido um dos casos de maior sucesso nos últimos tempos. Outrora símbolo da Finlândia, o clube apostou no desenvolvimento de atletas estrangeiros para ascender à mais alta prateleira do CS:GO mundial sob a liderança de Marco "Snappi" Pfeiffer.

Veja abaixo a posição de cada esquadrão internacional que compõe o top 20:

Europa FaZe Clan - #1
Europa Vitality - #4
Europa OG - #8
Europa G2 - #9
Europa MOUZ - #10
Europa ENCE - #16
Europa fnatic - #18

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