O escândalo acerca do infame "bug do coach" que abalou o cenário mundial de Counter-Strike em 2020 rendeu punições a trinta e sete treinadores das mais diversas nacionalidades, incluindo alguns profissionais brasileiros.
Os ganchos, originalmente aplicados apenas pela ESIC, acabaram sendo posteriormente respaldados pela Valve, que aplicou nestes treinadores ganchos conforme seu ciclo de Majors. Com a realização do PGL Major Stockholm 2021, todavia, quatro destes já foram liberados pela desenvolvedora.
São eles o dinamarquês Casper "ruggah" Due, da OG, o búlgaro Nikolay "pNshr" Paunin, da SKADE, o polonês Mikołaj "miNIr0x" Michałków, da AGO, e o dinamarquês Henrik "FeTiSh" Christensen, atualmente de fora do cenário competitivo.
Alguns nomes notáveis que ainda seguem afastados das competições chanceladas pela Valve incluem o sueco Robert "RobbaN" Dahlström, da FaZe Clan, e o dinamarquês Alexander "ave" Holdt, da Astralis, que terão de ficar de fora do próximo Major.

Já Nicholas "guerri" Nogueira, da FURIA, vê-se em maus bocados, estando proibido de participar dos próximos quatro Majors. Ele, aliás, foi substituído por Marcos "tacitus" Castilho, analista de sua equipe, em Estocolmo.
Bruno "bruno" Ono e Henrique "rikz" Waku, ambos da paiN, também receberam ganchos da Valve: enquanto o primeiro está permanentemente banido, o segundo ainda tem um Major de punição pela frente. Ricardo "dead" Sinigaglia, manager da GODSENT, fica fora dos próximos dois.
Já Alessandro "Apoka" Marcucci, que recentemente deixou o comando técnico do MIBR, é outro que está permanententemente banido dos eventos parceiros da Valve. Veja abaixo os treinadores e seus respectivos ganchos:
Alessandro "Apoka" Marcucci - MIBR - Permanente
Bruno "bruno" Ono - paiN - Permanente
Nicholas "guerri" Nogueira - FURIA - 4 Majors
Ricardo "dead" Sinigaglia - GODSENT - 2 Majors
Alexander "ave" Holdt - Astralis - 1 Major
Henrique "rikz" Waku - paiN - 1 Major
Robert "RobbaN" Dahlström - FaZe Clan - 1 Major
