Pura sorte? Tiro de ultimate no Major tinha apenas 1% de chance de acontecer, diz simulação

Lance do polonês foi o mais comentado durante a rodada inaugural do torneio na Alemanha

por / 04 de jun de 2026 - 20:00 / Capa: Foto: Viola Schuldner/Esports World Cup

Uma das jogadas mais comentadas da rodada inaugural do IEM Cologne Major 2026 ganhou uma análise estatística detalhada nesta semana. Um usuário do Reddit utilizou um visualizador da partida para simular 5.000 disparos e estimar qual era a probabilidade de Roland "ultimate" Tomkowiak acertar o impressionante tiro de Desert Eagle enquanto saltava na Overpass. O resultado apontou uma chance próxima de apenas 1%.

A jogada aconteceu durante a estreia da Team Liquid contra a BIG no torneio e rapidamente viralizou nas redes sociais. Agora, a comunidade de Counter-Strike passou a discutir não apenas a habilidade envolvida no lance, mas também o fator sorte que contribuiu para o momento histórico.

O estudo foi compartilhado no Reddit pelo usuário Powerful_Seesaw_8927 que decidiu reproduzir as condições exatas do disparo utilizando um visualizador da partida. Segundo o autor da análise, todos os dados colocados na simulação foram extraídos diretamente da demonstração oficial do confronto, incluindo posição dos jogadores, ângulos de visão e valores de dispersão da arma.

A partir dessas informações, foram executados 5.000 disparos virtuais nas mesmas condições enfrentadas por ultimate durante a rodada. O objetivo era descobrir quantas vezes aquele tiro específico conseguiria resultar em uma eliminação com headshot. O resultado chamou a atenção pela baixa taxa de sucesso registrada.

Entre os 5.000 testes realizados, apenas 49 tiros atingiram a cabeça do adversário. Isso representa uma probabilidade aproximada de 0,98%, valor que foi arredondado para cerca de 1% pelo responsável pela publicação.

Resultados da simulação:

  • Total de disparos simulados: 5.000
  • Headshots registrados: 49
  • Taxa de sucesso: 0,98%
  • Probabilidade estimada: aproximadamente 1%

De acordo com o autor da análise, os valores de dispersão utilizados no Counter-Strike atual permanecem equivalentes aos observados anteriormente em CS:GO. Dessa forma, a simulação buscou reproduzir o cenário de maneira fiel, reduzindo ao máximo possíveis interferências externas nos cálculos.

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