Próximo de fim de contrato, gla1ve desconversa sobre futuro: "Não conseguimos falar sobre planos a longo prazo"
Capitão da equipe dinamarquesa afirmou que contrato chega ao fim em janeiro
por Filipe Carbone/15 de julho de 2021 - 20:30/Capa: Divulgação/Astralis
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Defendendo as bandeiras da Astralis desde 2016, Lukas "gla1ve" Rossander e companhia ainda não sabem se permanecerão no clube para a próxima temporada. Nesta quinta-feira (15), o jogador falou sobre a dificuldade de fazer planos a longo prazo em decorrência da proximidade de um possível fim de vínculo com a organização.

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Foto: Divulgação/Astralis

"Primeiro de janeiro acaba o nosso contrato. Então, não conseguimos falar sobre planos a longo prazo. Dificilmente haverá uma mudança até o fim do ano. Queremos manter o elenco, treinar, corrigir os nossos erros e consistentemente entregar bons resultados em campeonatos grandes. Espero que, ainda com este elenco, consigamos vencer algum título", disse.

Coincidência ou não, a incerteza da permanência do grupo na Astralis acontece alguns meses depois do time não conseguir repetir os mesmos resultados que, outrora, ajudaram a fazer deles uma das melhores equipes da história do Counter-Strike: Global Offensive, responsável por doutrinar a cena competitiva.

Além do período online, a Astralis também sofreu a baixa de Nicolai "device" Reedtz. Um dos melhores jogadores do mundo, ele deixou em aberto o posto de AWPer da equipe. Por isso, a IEM Cologne 2021 é um dos primeiros e poucos torneios onde os dinamarqueses chegam sem os holofotes e a estigma de favoritismo.

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Foto: Divulgação/Astralis

"Sempre terá pressão sobre nós por tudo o que fizemos anteriormente, mas vindo para este campeonato sem o device e também sem muitos resultados bons, essas expectativas baixaram, tanto as nossas próprias quanto a dos fãs. É incrível não ter a pressão de ter que vencer, como foi durante a Era Astralis. Jogar como zebra é divertido", apontou Emil "Magisk" Reif.

Justamente a saída de device, que fez com que o time perdesse qualidade técnica, também fez com que se tornasse mais imprevisível, segundo Magisk. Isso porque os times acabam não sabendo o que esperar, tendo em vista que o grupo não atua no servidor com um AWPer de ofício, fazendo ela ir para a mão daquele se sente mais confortável no momento.

"Queremos que todos se sintam confortáveis e que a AWP seja uma função livre na equipe. Não é legal perder um AWPer como device, mas acho que estamos fazendo um bom trabalho. É divertido pegar ela quando você está confiante e confortável e, querendo ou não, traz um grau de imprevisibilidade para o nosso jogo".

A Astralis volta a ativa já nesta sexta-feira (16), às 11h (horário de Brasília). A equipe dinamarquesa entrará no servidor para disputar as quartas de final contra a Virtus.pro em uma tentativa de avançar para a semifinal, onde a G2 Esports aguarda o time vencedor do duelo. Todas as informações do torneio estão disponíveis na aba "Campeonatos" na DRAFT5.

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