Janko "YNk" Paunović certamente conhece algum bom pouco acerca do ambiente vivenciado pelo MIBR. A lendária tag, que carrega o peso de representar uma torcida apaixonada, que sabe cobrar na mesma proporção em que apoia, definitivamente não vive seus melhores dias.
O sérvio, aliás, fez parte daquele que, apesar dos pesares, pode ser definido como o melhor momento da organização desde seu retorno ao Counter-Strike, em 2018, ano em que YNk trabalhou junto de Gabriel "FalleN" Toledo e do MIBR "dos gringos".

E por essas e outras, o profissional, hoje parte da mesa de análises da gigante ESL, se manifestou após a não-classificação de seu ex-time ao Major de Estocolmo: "Não conseguir se classificar ao Major na América do Sul é o pior momento da organização", afirmou.
YNk acredita que o caminho nesse momento é um só: mudar. "Todo o projeto precisa de uma séria reformulação", ponderou. Ele, contudo, sabe das dificuldades desse processo: "Sabendo como é o mercado brasileiro quando o assunto são transferências de jogadores, será difícil", analisou.
Janko ainda destacou que não acha que o caminho a ser adotado pelo MIBR é o mesmo de outrora e que virou tendência entre equipes como fnatic, G2 e FURIA: "Eu duvido que eles apostem na internacionalização, a marca é muito grande no Brasil para uma mudança dessas ser lucrativa para eles", finalizou.
