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PKL não vê paiN obrigada em ganhar a GC Masters, mas almeja no mínimo chegar à final

Em coletiva jogador ainda falou sobre a sensação da equipe ter ficado bastante tempo sem jogar

PKL não vê paiN obrigada em ganhar a GC Masters, mas almeja no mínimo chegar à finalFoto por: Foto: Lucas Spricigo/DRAFT5
Assim como nas duas últimas edições, a paiN Gaming está na semifinal da Gamers Club Masters V. Apesar de liderar a atual bicampeã da competição, Vinicios "PKL" Coelho não vê o time com a obrigação de vencer o Major brasileiro pela terceira vês. Contudo, o jogador espera que, no mínimo, seja finalista.

"É difícil de falar em obrigação porque tem muito bom, como a BOOM, que ficou lá fora por muito tempo. Mas acho que pelo menos chegar a final é a nossa obrigação sim pelo nosso repertório e o que o nosso time está jogando", afirmou em entrevista coletiva.

O adversário da paiN na semifinal deste sábado (1) é o mesmo das edições três e quatro: W7M Gaming - e na opinião de PKL, para a equipe passar novamente pelos bulls basta "fazer o que fizemos hoje. Para ganharmos da W7M é só fazermos o nosso jogo e o que estamos acostumados a fazer".

O capitão completou que o maior problema da paiN no dia de abertura da Gamers Club V foi o nervosismo não só por parte do time, que estava jogando o primeiro jogo, e também por ser um elenco novo.

Sobre o reencontro conra a Isurus, PKL deixa claro que a paiN "não pensou em vetar Overpass porque temos um veto fixo, que é a Mirage, um mapa que a gente não joga". O capitão completou dizendo que, "mesmo se a gente não tivesse esse veto fixo, não vetaríamos a Overpass porque é um mapa forte nosso. Nós perdemos ontem, simplesmente, pelo nervosismo de estreia".

"Sabíamos que se jogássemos de novo contra Isurus ganharíamos se fizéssemos o nosso jogo", disse o capitão de forma categórica.

Na coletiva o jogador também falou sobre o período que a paiN ficou sem competir, o qual PKL classificou como um dos piores momentos da carreira "pelo fato da frustração que bateu em todo mudo 15 dias antes de embarcar para o Canadá".

"Por causa (dessa mudança) a gente tinha negado jogar o CLUTCH e outros campeonatos. O que restou para nós foi ficar treinando. Não paramos de treinar, mas no subconsciente, no fundo bateu uma frustração muito grande porque todo mundo queria estar lá fora. Foi um baldo de água fria", finalizou.
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