"Não deu pra fechar porque é um projeto muito caro", revela cofundador da LOUD sobre entrada no Counter-Strike
Bruno Playhard falou o principal motivo que afastou a organização do FPS da Valve
por Ricardo Vaz de Melo/3 de julho de 2024 - 12:30/Capa: Divulgação/Campus Party
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"A galera quer ver a LOUD, com toda a estrutura, com todo o apoio da torcida, jogar Counter-Strike, que, no Brasil, é um jogo como se fosse o futebol dos games. É uma galera mais velha, que assiste, quer torcer, então quer ver a LOUD lá", iniciou.

"Esse ano a gente tentou entrar, a gente chegou a fazer algumas movimentações, conversamos com alguns jogadores. Não deu pra fechar porque é um projeto muito caro. A estrutura é caríssima, a staff é caríssima e as vezes você vai no campeonato, não ganha e todo aquele dinheiro foi jogado no ralo".

Fundada em 2019, a LOUD se tornou, nos últimos anos, uma das maiores organizações de esports do mundo. Com equipes em diversas modalidades, a LOUD conquistou títulos importantes no VALORANT, Free Fire e no League of Legends. No começo deste ano, circulou pela comunidade o boato de que a organização teria interesse de ingressar no Counter-Strike. O movimento, no entanto, ainda não aconteceu.

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