MIBR está a todo vapor na montagem da equipe de base. Um dos integrantes saíra de uma seletiva, que terá os participantes escolhidos a dedo por Renato "nak" Nakano. O strategic coach, inclusive, falou um pouco sobre como está sendo o processo do Feitos no Brasil.
"Completamos pouco mais de uma semana de projeto e está superando nossas expectativas. Tivemos mais inscritos do que imaginávamos", afirmou o profissional.
De acordo com nak, o MIBR recebeu muitos perfis de "meninos novos e dedicados" e que também tiveram inscrições de jogadores "mais experientes": "Tem gente de todo tipo, todo level, só que com muito comprometimento e muito amor ao game".
Apesar de feliz com a alta procura, nak lamentou a falta de líderes, os famosos in-gaming leader (IGL). Na opinião do veterano, isso se deve a pouca idade dos inscritos.
"Acho que por conta da idade, dos perfis dos jogadores serem mais novos para jogarem no time academy, a gente não está tendo muito capitães. O que mais tem é entry fragger, galera com sangue nos olhos para entrar na frente, mirudo para caramba", avaliou.
Sobre o futuro do Feitos no Brasil, nak tem a expectativa de analisar todos os inscritos entre essa semana e o início da prova, fazendo um filtro inicial para depois realizar a seleção de 20 jogadores para começar o treinamento dos escolhidos e a montagem das equipes que disputarão o concurso.
O MIBR revelou o início da construção da equipe de base no fim de julho, afirmando que o elenco será composto por um jogador via Feitos no Brasil e quatro escolhidos pela comissão técnica, que ganhou o reforço de Henrique "rikz" Waku.