O Ministério Público do Distrito Federal deu parecer favorável ao processo aberto pela Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced) aberto contra a Valve e outras Publishers contra a venda de loot boxes no Brasil.
A promotora Luisa de Marillac Xavier dos Passos concordou com o pedido feito pela associação, que citou a responsável pelo desenvolvimento de Counter-Strike: Global Offensive, além de Riot Games, Ubisoft, Electronic Arts, Garena, Tencent, Activision, Nintendo e Konami. No parecer da promotora, o Ministério Público reitera o pedido de suspensão imediata das vendas de produtos que contenham loot boxes.
