Lá se vão mais de cinco anos desde que Hansel "BnTeT" Ferdinand estourou sob o banner da respeitada TYLOO como um dos mais animadores prodigíos do cenário asiático de Counter-Strike. Desde então, muita coisa mudou.
A Ásia, por sinal, acabou ficando pequena para o indonésio em 2019, quando ele optou por cruzar o oceano e assinar com a Gen.G, equipe que representaria durante todo o período que esta passou no CS:GO.
"Eu ganhei muita experiência como jogador. Agora, tenho diversas formas de enxergar no CS, não apenas a que eu tinha antes jogar pela Gen.G e pela EXTREMUM. Aprendi melhor o inglês e me tornei um jogador mais versátil", contou em entrevista à HLTV.org.
Hoje com 26 anos, BnTeT vê-se como um jogador muito mais completo: "Posso ser âncora, posso ser o rotator, posso ser o entry. Aprendi muitas funções nestas duas equipes, ganhei muita experiência e sou grato por isso", garantiu.

Os desafios de colocar a TYLOO no mesmo patamar daquele time que foi top 10 do ranking mundial em 2018, contudo, transcendem o âmbito da equipe, dado o estado atual do cenário asiático de CS:GO, que inquestionavelmente sofreu os impactos da pandemia e do VALORANT.
A chave, então, parece óbvia à essa altura: "Nosso plano é passar mais tempo na Europa do que na Ásia no futuro", disse BnTeT, que vai capitaneando a TYLOO na busca pela classificação ao Major da Antuérpia por meio do RMR APAC.
"O cenário asiático está bem fraco agora, e é por isso que temos planos de passar um longo período na Europa no futuro, para que assim possamos crescer como time. Depois do RMR, passaremos ao menos um mês treinando aqui", pontuou.
A TYLOO, por sinal, terá sua última chance de carimbar o passaporte ao campeonato de maior prestígio do cenário mundial do Counter-Strike na manhã deste sábado (16), quando enfrentará IHC ou Renegades pela última vaga destinada ao RMR APAC
