Mal-entendido fez Virtus.pro ser taxada como organização terrorista por banco
Dinheiro dos adesivos do Major de Columbus trouxe problemas à organização russa
por Lucas Benvegnú/21 de abril de 2021 - 14:30/Capa: HLTV.org
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Um episódio no mínimo inusitado ocorreu com a Virtus.pro após o MLG Columbus Major 2016, conforme contou o CEO da ESForce Holding, detentora dos direitos da VP, Anton Cherepennikov, revelando um mal-entendido acontecido cinco anos atrás.

Como acontece tradicionalmente após todos os Majors, a Valve começara a distribuir normalmente o montante proveniente da venda de adesivos destinado às organizações que competiram no campeonato de maior prestígio do Counter-Strike.

O problema foi que a transação foi cancelada diversas vezes pelo banco responsável, visto que a desenvolvedora colocou na descrição da transferência "Weapon Sticker Sales" - venda de adesivos de armas, no bom e velho português.

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Adesivos do Major renderam à Virtus.pro o status temporário de organização terrorista | Foto: Reprodução/Valve

"Para os fãs dos esports, não há nada de estranho nessas palavras. No entanto, os funcionários do banco lituano com o qual trabalhávamos na época ficaram chocados e assustados", relembrou Anton Cherepennikov. "A transação foi negada e a Virtus.pro foi erroneamente considerada uma organização terrorista que vendia armas para uma companhia americana", contou.

O mal-entendido só foi resolvido quando Anton se deu o trabalho de explicar para os funcionários do banco do que realmente se tratava aquele dinheiro: "Tive que explicar por horas, desde o começo, o que os esports e o CS:GO eram", revelou. "Conseguimos desbloquear o dinheiro e limpar nosso nome", pontou.

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