Goste você ou não, o Counter-Strike ainda é o FPS a ser batido no mercado. Mesmo após mais de 20 anos desde o lançamento do jogo original, a franquia ainda parece ter muita lenha para queimar. Talvez pela simplicidade em suas mecânicas, ou pela complexidade em dominá-las, o título da Valve segue atravessando gerações.
Em entrevista ao canal da betway no YouTube, diversos jogadores responderam à uma questão: O que você mais gosta no CS:GO? As melhores respostas, é claro, você confere abaixo.
"O que eu mais gosto no CS:GO é provavelmente o fato do jogo nunca se acabar. Você sempre pode imaginar algo novo, criar algo novo, sempre há algo novo. A cada segundo, algo pode acontecer. É o que eu amo no Counter-Strike", ponderou o veterano Richard "shox" Papillon, da francesa Vitality.
Já Andrei "arT" Piovezan, capitão da FURIA, mostrou que a competitividade corre por suas veias: "Minha parte favorita são as emoções, os sentimentos, a atmosfera de competir, é algo com que muitas pessoas não sabem lidar, é um jogo muito emocional. É o que eu mais gosto no jogo", explicou o gaúcho.
De longe um dos melhores jogadores de todos os tempos, Nicolai "device" Reedtz mostrou ser cativado pelos dois extremos do jogo: a simplicidade e a complexidade. "É muito complexo, mas ao mesmo tempo é fácil para um novato. Quero dizer que eu também gosto das skins, mas minha parte favorita é o fato da curva de aprendizado do jogo ser difícil de dominar, você não pode parar de aprender, sempre tem de buscar ser melhor", lembrou.

Quem poderia imaginar a parte favorita de Kenny "kennyS" Schrub? "Com certeza é a AWP. Eu tenho jogado bastante VALORANT ultimamente, é um bom jogo, mas você vê a mecânica das armas, e comparando o funcionamento da AWP entre os jogos, e no VALORANT ela não faz sentido, você não pode ter uma sniper daquele tipo em um jogo competitivo", apontou.
Outro que certamente compõe a seleta lista dos melhores de todos os tempos, Patrik "f0rest" Lindberg tem propriedade para assegurar que o jogo nunca segue a mesma linha: "A forma com o qual jogo sempre é diferente, é por isso que consigo estar jogando há tanto tempo. Toda vez que entro no servidor, cada round tem um desfecho diferente", garantiu.
Já Gustavo "yel" Knittel, do MIBR, como o bom capitão que é, mostrou-se cativado pela parte tática do jogo: "A forma de jogar em equipe, os diferentes estilos de jogo que se encaixam, é uma das coisas mais lindas do Counter-Strike. A região CIS tem um estilo, o Brasil outro, a Dinamarca outro. É algo legal de se ver", finalizou o atleta.
