João, historiador brasileiro e dono do canal Operação Barbarussa, no YouTube, e Julián Sanchéz, um doutor argentino em arqueologia e egiptólogo, se juntaram para analisar se o mapa da Anubis representa a realidade do Egito.
Os dois passaram mais de 30 minutos observando todos os pedaços do mapa, base CT, base TR, bombsites (A e B), arquitetura e até os hieróglifos — sistema de escrita formal do Egito antigo. No fim, as inspirações foram consideradas boas, mas com erros de execução em comparação à realidade.
"É uma cidade medieval europeia islâmica com alguma inspiração do Egito antigo, Egito faraônico. Tem alguma coisa de tumba, alguma coisa de templo, mas o tipo da cidade ou de disposição das ruas, dos pátios não são do Egito faraônico, nem as cidades greco-romanas egípcias eram desse jeito, parece mais medieval."
"Realmente acredito que escanearam em 3D algumas partes arquitetônicas, outras foram desenhadas, mas misturaram muitas coisas, de muitas épocas. É uma coisa meio orientalista do Egito antigo, tem pirâmide, tem templo e um imaginário mais moderno, mais islâmico."
O brasileiro também fez uma análise da nova Cache em outro vídeo, apresentando os segredos que existem no mapa referentes à Pripyat.