Especial dia Internacional da Mulher: Porque elas são tão importantes dentro do Counter-Strike
Pedimos para várias players contarem o valor que o CS tem na vida delas e o que queriam que melhorasse no cenário
por Cristino 'cac0' Melo/8 de março de 2018 - 20:18/Capa:
Sim. Elas são muito importante dentro do Counter-Strike. Hoje, 53,6% dos gamers no Brasil são mulheres, segundo pesquisa Game Brasil 2017. Mesmo em maioria, isso não inibe a ação de vários homens que agem com preconceito e até mesmo assediando. Um levantamento de 2012 revela que 63% das 874 jogadoras entrevistadas pelo blog PriceCharting já sofreram assédio em jogos online. Recentemente a ONG americana Wonder Woman Tech criou uma campanha chamada #MyGameMyName para aumentar a consciência sobre o assunto. Voltando ao início de tudo. Existe motivo para os homens agirem desta forma? Será que o Counter-Strike vale mais para os homens? Tentando responder essas dúvidas, a Draf5.gg resolveu perguntar para algumas mulheres o que o Counter-Strike: Global Offensive representa para sua vida. As respostas foram as mais variadas, de tamanhos variados, mas NENHUMA foi capaz de tirar o mérito de uma mulher dentro do jogo. Confira (e você homem, dúvido que não se identifique com muitas delas): — CS:GO é um estilo de vida, é a loucura entre profissão e hobby. — Por muito tempo o CS:GO foi apenas um hobby pra mim, mesmo quando comecei competitivamente, ainda o via como entretenimento apenas. Em 2017 as coisas mudaram um pouco, resolvi me dedicar muito mais ao game, pisei em uma lan pela primeira vez pra jogar competitivamente e foi sensacional, acho que ter feito mais parte do cenário competitivo me deu outra perspectiva em relação ao jogo. Com certeza é algo que quero dar continuidade ainda por muito tempo, estudar bastante e consequentemente conquistar muita coisa no meio. — É difícil definir o que representa, pois não vejo o CS:GO hoje como um jogo, pra mim ele é muito mais amizade. Jogo CS desde 2003, e nesse tempo todo tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis que eu faço questão de que estejam no meu dia a dia, compartilhando as coisas, planejando viagens, independente de ainda jogarmos juntos ou não. Muitos já pararam de jogar e ainda sim, mantemos contato. O CS é tão presente na minha história que eu não consigo imaginar o que eu estaria fazendo da vida hoje (trabalho/faculdade) se não tivesse conhecido o CS na minha adolescência. — A princípio o CS na minha vida era apenas um jogo, jogava quando dava, era pra me divertir. Passei por um período turbulento na minha vida, perdi o emprego e mergulhei de vez no CS. Virou uma válvula de escape, colocava todas as minhas frustrações e angústia dentro do jogo e me destacava. O que era um passatempo, virou prioridade. Dei tudo de mim e hoje posso dizer que estou começando a colher bons frutos. O CS hoje representa minha segunda família, onde passo uma boa parte do meu dia com as minhas teammates. O CS me representa paixão, foco e principalmente superação. — O CS representa muita coisa em minha vida. Encontrei amigos para vida toda, alguns que chamo de família. Aprendi muita coisa sobre mim: a paciência; o foco; o emocional; a resiliência; a determinação em desenvolvimento da técnica in game, que é importante não só para resultados competitivos, mas e sim também como superação; os placares trazem resultados importantes introspectivamente, mas como também a experiência de conquistar cada round de que acertou; e acima de tudo o trabalho em equipe. Posso dizer que o CS ajudou-me em momentos extremamente difíceis e na superação deles. Não o vejo somente como um jogo, mas como se fosse um pedaço de mim e do que me tornei. Acredito que se você está aberto a todas as experiências que o universo de games pode lhe proporcionar, a evolução como pessoa e profissional, você tende a crescer muito. — O CS:GO me mostrou um universo que eu não conhecia e que é cheio de oportunidades. Meu primeiro contato com o jogo foi quando entrei na Gamers Club e apesar de não ser boa, sempre jogo com o pessoal do trabalho, pois percebi que é uma forma de integrar e se divertir com a galera. Além disso, saber que o jogo também abre portas para pessoas que tem o sonho de serem profissionais no eSport se realize é algo sensacional, e poder trabalhar com isso me deixa muito motivada.
Camila Naper | Foto: Felipe Guerra
— O CS foi um dos primeiros (se não o primeiro) jogos competitivos que joguei, e foi também o primeiro contato que tive com o que eu realmente queria trabalhar. A competitividade, a adrenalina de ganhar um round inesperado, e até as derrotas nos ensinam muito! Principalmente que o trabalho em equipe é uma das coisas mais importantes para ganhar o jogo. Cada um dos jogadores de uma equipe se doa um pouco para sentir o saboroso gostinho da vitória! É uma mistura nostálgica de realizações. Conheci pessoas incríveis e continuo conhecendo mais a cada dia. Por causa desse jogo, que pra muita gente é uma diversão, uma forma de desestressar e para outros até uma profissão, eu desenvolvi meu profissional, meu social e participei de eventos épicos ao lado da nossa equipe, eu sinto que fiz parte da construção de tudo isso. Não consigo falar de CS sem falar em realizações e amizades! Claro que tem a parte ruim, horas sem dormir para finalizar eventos, pouca estrutura, etc, mas tudo foi melhorando com o tempo e por isso a parte boa sempre vai se destacar. — Pergunta difícil porque eu jogo há 17 anos, o CS sempre foi parte da minha vida, e o CS:GO foi apenas consequência do que eu sempre fiz que foi jogar. Então o CS:GO pra mim, por ocupar grande parte do meu tempo, é uma das minhas prioridades, a representaçao dele é reflexo de um trabalho que eu faço e vem sendo feito a anos. — O CS:GO para mim hoje é uma das coisas pela qual eu tenho mais paixão. Eu, particularmente, tenho sonho de crescer e evoluir dentro do jogo e alcançar o meu objetivo de representar bem o nosso cenário. — Pra falar a verdade eu nunca imaginei que esse jogo representaria tanto na minha vida como atualmente. Eu jogo CS 1.6 desde 2006 e o CS:GO desde 2015 e nunca tive o privilégio de participar de um time profissional (apenas participei eventualmente de campeonatos online como complete), pois, além de ser muito focada nos estudos, tive pais que não incentivaram o mundo dos e-sports na minha vida. Para ser sincera, -infelizmente- já cheguei a ter a visão de que o jogo sempre seria um lazer e quem levava a sério era tolo de perder tempo com isso! Ano passado eu mal estava jogando e quando jogava era totalmente desmotivada. Esse ano, terminando a universidade, decidi conciliar minha vida pessoal/profissional com o CS:GO e dar uma chance de fazer algo que nunca tive a oportunidade de fazer. O que eu teria a perder, certo? E eu não poderia ter tomado uma decisão melhor! Fui convidada pra participar do time da Number 6 Victory e, paralelamente a tudo que está acontecendo na minha vida, dentro do time encontrei uma motivação, uma vontade de jogar, de competir, de melhorar, algo que NUNCA imaginei que pudesse acontecer. E melhorar não apenas no jogo, e sim em tudo de uma maneira geral (e falo isso do fundo do coração): foco para conquistar objetivos, concentração e determinação, força de vontade para lutar contra barreiras/preconceito/condições adversas em geral, organização e aproveitamento do tempo e até o apoio dos familiares que mudaram um pouco a visão sobre o jogo pois eu mostrei a eles os benefícios que jogar estava me trazendo, etc. Além disso, o maior presente de jogar CS:GO é contar com a amizade que fiz durante esses longos anos jogando, atualmente ainda mais com minhas companheiras do time que em pouco tempo se tornaram pessoas extremamente especiais pra mim. Não consigo resumir o que esse jogo representa, mas tentei descrever o quão importante ele se tornou na minha vida. — Eu nunca pensei que trabalharia com e-sports e só comecei por causa do CS; mesmo com todas as dificuldades que o cenário BR traz, sempre foi ele que me manteve motivada. Hoje, com tudo que faço, posso falar que CS é minha vida, seja por diversão ou por trabalho, eu respiro este cenário e tudo que faço é motivado a torna-lo melhor, não só pra mim ou pro meu time, mas pra todos. — Hoje em dia quase tudo, minhas melhores amigas vieram do jogo, meu namorado veio do jogo. O CS mudou minha vida em muitos sentidos, comecei a jogar eu era novinha, e a medida que o tempo foi passando o jogo me ajudou a amadurecer. Sinceramente nem consigo imaginar minha vida hoje SEM o CS. — O CS entrou na minha vida em 2001, quando depois da escola fui a uma lan house pela primeira vez (internet e computador naquela época eram luxo, rs) e me encantei com o jogo. A partir de então, como muitos dos viciados no jogo na época, tive vários clans, “viajei” por São Paulo em várias lans para tirar contras... Eu “morava” na Monkey Santo Amaro. Voltava pra casa pra tomar banho e trocar o material da escola na mochila, ahaha! Trabalhava informalmente lá em troca de horas de jogo, rs.. Foi onde aprendi a montar e fazer manutenção de computadores e tudo mais que a loja precisava entre limpeza, contagem de estoque, abrir e fechar caixa, atender os clientes, etc... Joguei loucamente CS do 1.2 ao 1.6 e depois do fechamento das lans houses (por conta da abertura de ‘cafés’ com computadores de rápido acesso, computadores domésticos acessíveis e internet mais barata), acabei indo para outros jogos, mas sempre com o “cantinho do olho” no CS. Dentro de tuuuudo isso, posso dizer que o CS me acompanhou em momentos cruciais da minha vida, foi cura de dores, multiplicador de alegrias, trouxe pra minha vida amizades que cultivo até hoje e até (quem diria?) o amor da minha vida, pois mesmo que eu não jogue o CS:GO efetivamente (tenho vergonhosas 270 horas de jogo apenas), acompanhava o cenário internacional com afinco e muito amor! Assim, quando a SK fez o Encontro das Lendas, tive a felicidade de depois de muitos e muitos acontecimentos inesperados, encontrar uma pessoa muito especial que veio a ser a tampa da minha panela! Hoje sigo também o cenário nacional que é I N C R Í V E L! E mais uma vez o CS entra com tudo nas minhas veias, representando mais que “um joguinho” (como muitos amigos e minha família dizem, rs), mas o jogo que sempre fez parte de mim! CS é o jogo da minha vida e até hoje me traz a felicidade de novas amizades, que trazem mais alegria à minha vida, novas formas de pensar, novas experiências e muito amor! E aí, ainda tem dúvidas? Depois de várias mensagens verdadeiras, que é possível sentir cada uma delas, não resta dúvidas que o CS é tão importante (ou até mais) para essas mulheres, como é para qualquer outro player.

Mas, e os problemas?

Os problemas estão aí e precisam ser expostos. Não só em relação ao prenconceito, mas são várias outras questões que precisamos evoluir. As mesmas mulheres que comentaram sobre sua relação com o CS, explanaram incômodos que vem nele atualmente. Dar voz a todos os questionamentos é necessário. Sabendo a adversidade é possível debater e chegar a soluções. Os problemas manifestados: — A comunidade precisa amadurecer, players profissionais precisam ter atitudes de profissionais, não vejo motivo pra você respeitar as pessoas na empresa que trabalha e quando tá de frente pra um monitor ser totalmente hostil com os demais. Isso não vale só para os profissionais, quanto menos tóxica a comunidade for, melhor pra todos, inclusive para futuros investidores. Deve ser difícil querer atrelar sua marca a um evento do qual as pessoas vão fazer comentários chulos nas transmissões, por exemplo. Precisamos mostrar mais maturidade, incentivar mais, atraindo cada vez um público maior o que certamente vai atrair os olhares de possíveis investidores/patrocinadores e afins. — Um dos pontos negativos do cenário do CS:GO é a falta de respeito e a falta de empatia com o próximo em algumas ocasiões, são dois fatores que eu realmente mudaria para ficar ainda melhor. — Difícil definir algo a ser mudado dentro do jogo. Na minha visão, o problema do CS:GO está "fora" dele: a comunidade brasileira ainda é muito "crua" e isso inclui players, organizações, patrocinadores. O cenário brasileiro não é sólido como o internacional, não adianta exigirem as mesmas condições. Há muita cobrança para pouca oferta de ambos os lados. A comunidade precisa ser mais coerente com a realidade. Mas aproveitando o gancho do Dia Internacional da Mulher, a principal crítica é a falta de respeito com as players. Se perdemos, somos xingadas, se ganhamos, somos xingadas em um nível muito mais absurdo. Se somos simpáticas, somos putas. Se não passamos o Whatsapp ou não aceitamos na Steam, somos vagabundas e ficaremos encalhadas pro resto da vida. Entendo que o CS é um jogo, que os xingamentos vão existir assim como em qualquer outro esporte e que todo mundo tem que ter um espírito esportivo pra relevar as provocações. Mas provocação que incentiva a rivalidade saudável é diferente de uma total falta de respeito. Então fica a dica: mais provocação saudável e menos falta de respeito!
AMD | Foto: Felipe Guerra
— Com toda a certeza eu mudaria não necessariamente algo dentro do jogo, mas mudaria a cabeça de muitas pessoas que ainda possui o preconceito com as mulheres. Mudaria a forma dessas pessoas nos enxergar, queria que nos enxergasse como pessoas que muitas vezes largam o trabalho, deixam de passar tempo com a família para se dedicar nesse jogo e muitas vezes pra não ganhar nada, nem o apoio da comunidade. Claro, sem generalizar. Mudaria com toda a certeza o preconceito dentro e fora do jogo. — Acredito fielmente que o trabalho e a união do cenário feminino estão surtindo efeito. Muitos campeonatos estão aparecendo, com ele mostrando que SIM temos muito visibilidade, ao contrário, que muitos pensavam que não teria. Como as organizações grandes estão se voltando para nós e buscando ter lines para representar o seu nome. Como nem tudo são flores acredito que estamos longe de ter igualdade e representatividade no cenário. Muitas de nós, que jogam há muito tempo, nunca ganhou um salário ou um apoio em equipamentos. Temos que batalhar muito para conquistar equipamentos bons do próprio bolso, além de lidar com as adversidades diárias que enfrentamos. Muitas organizações vêm com propostas maravilhosas no papel, mas não cumprem o que dizem ou prometem. Isso faz que desestimula muitos times, que apostam o sonho delas naquilo. Espero que 2018 com tantos campeonatos por vim, essa realidade muda e muitas possam viver desse sonho que é jogar profissionalmente. — Na minha visão, existem alguns pontos que vão além do jogo em si para que tudo fique ainda melhor: que a comunidade que está sendo tóxica e que não acrescenta absolutamente nada para ninguém passe a respeitar quem/qual/o que for e comecem a agir como seres humanos; oposto a isso, que a comunidade que apoia continue apoiando cada vez mais; que a falta de profissionalismo de players/times acabe e que prevaleça sempre o bom senso; investimento para fomentar o cenário, principalmente feminino que é bem precário. — Em relação ao cenário feminino ainda vejo muita falta de profissionalismo em todos os aspectos, mas, entrei como organização nele agora, então a fundo fica difícil analisar; quanto ao cenário masculino (e geral) acho que falta investimento e além disto, um comprometimento por falta das organizações em vê-lo crescer, o que gera uma confusão nos shuffles e tudo o mais. Se pudesse melhorá-lo, melhoraria a estrutura dele, contratos que dêem segurança a ambas as partes e seria interessante investimento: em forma de campeonatos, incentivos e coisas do gênero. — Na verdade, vou falar o que eu mudaria na mentalidade das pessoas para ficar ainda melhor o CS brasileiro. Parem de acompanhar apenas um time! Se amam o jogo, acompanhem o cenário como um todo, são muitos times fantásticos, cheio de players de corações abertos cobertos de humildade e deboísmo para receber os fãs com muito carinho! É impressionante como é apaixonante acompanhar a Liga Pro e Feminina da GC, ir em lans e eventos de CS, assistir um campeonato ao vivo... Eu convido todos a acompanharem as tabelas do cenário brasileiro pela http://draft5.gg, assistirem as partidas e fazer aquela força para irem aos presenciais e ajudar o cenário a crescer cada vez mais!! Vamos perpetuar o jogo e fazer a Valve notar a mina de ouro que tem nas mãos e até quem sabe trazer mais camps internacionais para o Brasil!!! Temos sim que fazer nossa parte, pois só assim o cenário nacional crescerá e prosperará! Confiem que é apaixonante de verdade! Além disso, quanto mais as empresas notarem a força do eSports no país, mais investimento atrairemos para mais e mais times patrocinados e eventos presenciais! Bora?? xD
Claudia "santininha" Santini | Foto: Felipe Guerra
— Não mudaria nada no jogo (talvez só voltar a dust2 antiga hahaha), mudaria a cabeça das pessoas que jogam se pudesse. Hoje em dia tudo é mimimi, eu vim de uma época no jogo onde "zuar" era algo comum, chamar alguém de newba fazia parte do jogo, se você fala um A hoje é racismo, é homofobia, você merece tomar ban. Na minha opinião isso é muito chato, imagina uma lan daqui um tempo em que você não ouve um grito, uma comemoração, uma zueira do adversário. Sinceramente é assim que eu vejo as lans daqui um tempo. Lógico que nem tudo é zueira, muitas coisas que são ditas merecem sim ser silenciadas, mas muitas delas são besteira e as pessoas estão tão sérias que levam sempre pelo pior lado possível, isso eu mudaria se pudesse. Voltaria a mentalidade de alguns anos atrás. — No jogo nada, eu gosto da jogabilidade dele, mas mudaria no cenário que eu jogo que é o feminino. A mentalidade das pessoas para fazer ele ser mais valorizado, que realizações de campeonatos aumentasse, e ele fosse levado mais a sério. — Mudaria o preconceito, não só com as minas (principalmente), mas contra nós que levamos isso como profissão e somos vistos como “aquele que ficam o dia no pc”. O respeito e valorização como qualquer profissão. Temos horários, fazemos sacrifícios, temos metas, projetos. — Não mudaria absolutamente nada no jogo. A comunidade sim precisa de mudanças, ao longo dos anos observei que muita coisa mudou pra melhor, mas infelizmente ainda não é o suficiente! Vamos continuar lembrando que o ambiente de jogos online são os lugares mais democráticos do mundo, e que seu oponente, só é oponente em jogo, que fora dele compartilhamos de uma mesma paixão: competir. — Eu mudaria mais no cenário, então não seria apenas no CS:GO, mas acho que as mulheres precisam de mais reconhecimento e visibilidade no geral, a fim para ser bom em qualquer jogo é preciso dedicação e treino, e não se a pessoa é homem ou mulher, não é isso que determina o quão bom ela vai ser no jogo! Diversidade. Os problemas são diversos, é preciso abrir os olhos e ouvidos para o que todos que se preocupam com o jogo e o cenário tem a dizer. Só assim vai ser possível vê-lo se tornar grande, como todos sonham.
Muito obrigado por colaborarem com esta publicação: Amanda "AMD" Abreu, Anayara "Naná" Fraga, Camila "naper" Naper, Claudia "santininha" Santini, Karen Lina, Patricia "pah" Odozynski, Natasha "nashinha" Waki, Nicole "nics" Labussiere, Patrícia "Misty" A., Rafaela Arnoldi, Renata "Re^" Azevedo, Suzi "Suziii" Barbosa e Victoria Fregonezi. Imagem de capa: Walber Costa/@walbeRRRRR
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