Em vídeo publicado no YouTube ainda no último domingo (9), o ucraniano Andrii "Kimi" Kvasnevskyi, CEO da PARIVISION, criticou o sistema de venda de adesivos introduzido pela Valve ao Counter-Strike 2 para o IEM Cologne Major 2026:
"O Major significa muito para a organização, quase que tudo. Não é segredo que, quando você planeja as finanças do ano, você conta com a classificação para o Major e, por consequência, com o dinheiro dos adesivos", explicou o mandatário.
"Essa é a lógica financeira. Esse sistema permaneceu sem mudanças por 12 anos, desde 2014. Então eles decidiram mudar isso quando chegamos ao Stage 3. O novo sistema nos machucou muito financeiramente. Os números foram muito aquém do que esperávamos", lamentou.
Tal como outros profissionais do cenário, Kimi disse que o faturamento com o IEM Cologne Major 2026 foi substancialmente menor do que o obtido com o StarLadder Budapest Major 2025:
"Ganhamos três vezes mais do Stage 1 em Budapeste do que ganhamos com o Stage 3 em Cologne. O Major é uma enorme oportunidade de marketing, mas está deixando todo mundo na mão", finalizou.