"Bobagem", dispara holding da Virtus.pro após banimento do Major
Diretor de relações públicas da empresa chamou decisão da PGL de "sacrifício sagrado"
por Filipe Carbone/10 de abril de 2022 - 16:31/Capa: Gayatri Malhotra/Unsplash
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Indo de encontro à fala de Sergey "Ax1Le" Rykhtorov afirmando que ele e os companheiros disputariam o PGL Major Antwerp 2022 sob a tag da Gambit, a organizadora da competição revelou neste sábado (9) que tanto Gambit quanto Virtus.pro estariam proibidas de participar do torneio chancelado pela Valve.

A decisão pegou o cenário competitivo de surpresa, apesar da PGL ressaltar que os jogadores poderiam disputar o torneio sem carregar a tag. Logo após o anúncio, Yaroslav Meshalkin, diretor de relações públicas da ESforce afirmou que a decisão da organizadora de banir as organizações foi um erro.

"Bobagem, é claro. Eles nomearam, por algumas razões absurdas, dois clubes russos específicos para serem culpados. Fizeram um sacrifício sagrado e é isso. Agora, você tem rostos brilhantes e calmos em campo para o público. Por que correr riscos e seguir princípios esportivos, não políticos? Não há necessidade", disse no canal pessoal do Telegram.

A ESforce é a holding responsável por controlar a Virtus.pro. A empresa, por sua vez, é controlada pela VK (espécie de Facebook da Rússia), que vendeu 50% das ações para a Sogaz, uma empresa de seguros da Rússia que conta com o acionista majoritário um aligarca ligado à Vladimir Putin.

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