A Astralis atingiu uma marca um tanto quanto questionável na última quinta-feira (5), quando apresentou o Nicolai "HUNDEN" Petersen como seu novo analista. A contratação faz com que o clube já tenha trabalhado com três dos seis profissionais dinamarqueses banidos no escândalo do "bug do coach".
O primeiro treinador envolvido na onda de banimentos chancelados pela ESIC a se juntar à Astralis foi Alexander "ave" Holdt, que trabalhou junto das tropas de Lukas "gla1ve" Rossander entre novembro de 2021 e março de 2022.
Já em outubro de 2022, Peter "casle" Toftbo assumiu o comando do esquadrão dinamarquês interinamente, sendo posteriormente efetivado no cargo. Ele, aliás, segue suspenso dos próximos dois Majors.

HUNDEN, por sua vez, é o nome mais contraditório da lista, visto que tornou-se o principal rosto do escândalo que abalou o mais alto nível do Counter-Strike mundial ainda em 2020, quando o dito bug foi trazido à tona.
O dinamarquês, que também está impossibilitado de participar dos próximos dois Majors, cumpriu dez meses de gancho, sendo readmitido como treinador da Heroic ao término do banimento.
HUNDEN, contudo, acabou sendo novamente banido meses depois, dessa vez por vazar táticas de sua equipe para um jogador adversário dias antes do início da IEM Cologne 2021. O gancho, inicialmente de dois anos, acabou sendo revogado em dezembro de 2022.
