Akkari fala sobre banimento de guerri e mira retorno para possível Major do Brasil
Decisão está nas mãos da Valve; entenda quais podem ser os próximos passos da desenvolvedora
por Filipe Carbone/18 de maio de 2022 - 19:00/Capa: Danny Maxwell/Rational Intellectual Holdings Limited
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André Akkari, um dos fundadores da FURIA, aproveitou a conversa com Fillipe "bt0" Moreno durante o intervalo do jogo entre Heroic e Vitality pelo PGL Major Antwerp 2022 na última terça-feira (17) para explicar a situação do banimento de Nicholas "guerri" Nogueira, vetado de estar junto à equipe em eventos da Valve.

De acordo com um dos grandes nomes por trás do sucesso da organização, a FURIA está procurando advogados para conseguir uma informação oficial por parte da Valve sobre uma possível redução da punição aplicada pela desenvolvedora. Inicialmente, ele teria que ficar até cinco Majors sem comandar uma equipe de Counter-Strike.

"A Valve não fez as mesmas políticas de descontos de pontos da ESIC. Na verdade, ninguém sabe se eles fizeram isso ou não. Eles não anunciaram", afirmou Akkari ao falar sobre a postura da Valve de não adotar o desconto da Comissão que permitiu que Guerri já retornasse ao comando da equipe.

A falta de pronunciamento da Valve sobre seguir ou não os descontos dados pela Esports Integrity Commission (ESIC) fez com que Akkari buscasse advogados para ter uma posição oficial da desenvolvedora. Em caso de positiva, há a possibilidade de guerri já estar junto ao elenco em um possível Major no Rio.

"Pela avaliação que foi feita (da ESIC), o caso do guerri foi o mais leve possível. A gente procurou um advogado, mas não para fazer nada drástico, simplesmente para pegar a punição deles e ver se vão usar a mesma política", finalizou.

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