A saída de Bruna "bizinha" Marvila da equipe feminina da FURIA, ainda em outubro, reacendeu na comunidade a discussão sobre como é a vida de um jogador profissional de Counter-Strike. Convidado do OVERTIME #6, Adriano "WOOD7" Cerato comentou sobre o assunto afirmando que, ainda, "99% jogam por amor".
"É um fato inegável que o CS, hoje, no Brasil, por mais que as pessoas falem que dá para viver, ainda é por amor. Mas eu acredito que compensa porque a gente faz o que a gente gosta. Estamos competindo. Todo mundo ama fazer isso. Mas o que rolou com a bizinha, provavelmente, passa na cabeça de todos os jogadores", opina o capitão da Bravos.
Questionado no programa de, algum dia, já pensou em largar a carreira da profissional igual a ex-integrante da FURIA, WOOD7 admite que sim.
WOOD7 continua dizendo que é a paixão que movimenta e alimenta qualquer jogador: "Eu sento para trabalhar feliz. Todo dia eu sento na minha cadeira, feliz. Talvez se eu estivesse em outro lugar eu estaria triste. Acho que isso passa na cabeça de todo jogador. Pelo menos está feliz com o que está fazendo".
No OVERTIME #6, WOOD7 comenta também sobre os sacrifícios que fez para seguir na carreira de jogador profissional de Counter-Strike, como optar por não trabalhar com a formação que conquistou, de engenheiro civil, e viver longe da família ao ir para as instalações oferecidas pela Bravo.
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"99% jogam por amor", afirma WOOD7 sobre como é ser jogador no Brasil
No OVERTIME #6, o capitão da Bravos falou sobre como é ser um jogador profissional de CS no Brasil e todos os sacríficios que fez para seguir essa carreira
/12 de novembro de 2020 - 16:29/Capa: Rafael Veiga / DRAFT5